Poesias do Blog

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Bom pessoal aqui não é nada diferente da realidade de uma pessoa poética, são só definições de alegria e dor que coloco nestas poesias...abraços

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Eu que te digo te amar


Eu que te digo te amar
Mas não consigo me completar
Meu coração contigo está, mas meus pensamentos buscam se aventurar.
Eu só queria administrar
Quem sabe um pouco mais de perfeição
Ter certeza no que vai dar.
E nao essa insegurança que nos sonda. Que garantia você me dar de um amanhã se o hoje voce deixa faltar?
Ah se eu pudesse dizer o que fiz por você.
Das loucuras que fiz e deixei de fazer por tentar te amar.
Não valia a pena ter tudo e nao você.
Aonde está você? Veja o que me fez fazer!
Será que eu sou o que você sonhou?
Ando na escuridão buscando uma solução e nos seus braços eu saí da solidão, mas valeu a pena mesmo ter que esperar?
Hoje eu separo o amor da ilusão.
Eu que dizia so te amar...
Hoje eu falo coisas além da razão porque a emoção não consigo encontrar.
Eu que queria viver e acabei vivendo do querer.
Um dia eu sonhei
Me entreguei
Me apaixonei
Fiz as mais belas provas de amor
Mas parece que eu só me aprofundei no mais belo omisso ardor. 
Não há reciprocidade
Nem amizade
E nem vejo continuidade...
Mas vou levando ate ser atropelado pela verdade.
Por alguém ou algo que saia desta cidade de dor
Pra viver um belo e aventureiro amor
Alguém que me dê o devido valor
E que entenda que se somente aquele que ama pode ter a experiência de um calor duradouro e enlouquecedor.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Prazer de poetizar



As vezes eu necessito mergulhar no espaco
Me preencher com o pouco que eu faço
Ter o que fazer e buscar saber.
Sentir o mais doce veneno do tempo, envelhecer e escrever.
Escutar o silêncio da condição
Alternar a experiência da conclusão,
quem sabe subtrair sem atrair a adição de uma traição sem fundamentação.
E daí criar os versos e frases da própria imaginação.

E copiar?
Me afasto desta ambição.
Um conjunto de dor, plágio e confusão.
Eu não necessito disso!
O que vale é se inspirar.
Sei que existe em algum lugar onde ha os maiores segredos que possa eu imaginar.
Onde não ha medo de errar.
Utopia? Ou quem sabe exagero.
Nada além do que interpretar.
Onde eu possa explorar o que ha além da leitura.
Quero administrar as palavras
Faze-las expressarem sentimentos
Aqueles que passeiam no falar ou
quem sabe aprender a argumentar
no mais alto abismo, mas mal consigo escalar.
Eu e meu medo de errar
Mas não posso deixar de criar, calcular, especificar e narrar.
Se eu não tentar de nada adiantará.
Nascer, viver e me afogar em medo?
Eu não posso parar.
Ainda que não consiga mais escrever ou entender o que ha em um texto... Eu tenho que tentar.
Talvez após o abismo exista a maior inspiração para poetizar

Autor: Renan Borges da Silva